
ECG na síndrome coronariana aguda sem supra de ST
Normal
Inversão de onda T
≥2mm

Onda T simetrica e apiculada

Infra de ST
≥ 0,5 mm

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Qualquer alteração dinâmica(nova ou presumivelmente nova) da onda T e do segmento ST significa isquemia miocárdica até que se prove o contrário
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ECG na síndrome coronariana aguda com supra de ST

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Embora o segmento TP seja o zero do traçado, o ponto PQ costuma ser a referência utilizada na prática para determinar o desnivelamento de ST.
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Abordagem inicial→ a mesma para SCASST e SCACST
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Outras causas de elevação de troponina
Diagnósticos diferenciais de supra de ST
Pericardite aguda → supra de ST difuso poupando V1 e aVR, infra de PR, tratamento com AINE e colchicina
Angina de prinzmetal → vasoespasmo coronariano súbito, típico de homens mais jovens e tabagistas, supra transitório e que reverte após nitrato, tratamento com bloqueador do canal de cálcio ou nitrato → evitar betabloq
Takotsubo → mais comum em mulheres > 50 anos, dor após estresse emocional ou físico, troponina pode estar levemente aumenta, dilatação segmentar do VE, mas sem obstrução coronariana (CATE limpo), tratamento de suporte
Repolarização precoce → elevação rápida do segmento ST, com pequena concavidade superior, geralmente associado a ondas T amplas, assimétricas. O final do complexo QRS exibe um entalhe típico (onda J) ou “empastamento". O entalhe, chamado onda J, apresenta aspecto semelhante às ondas J observadas na hipotermia( ondas de Osborn). É mais comum em homens jovens, com coração estruturalmente normal, negros e magros.

Comportamento dos marcadores de necrose


MONABICHA
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Estratégia invasiva ou conservadora? → Escore heart
Outros escores: