Neurotransmissores convencionais

Os mensageiros químicos que atuam como neurotransmissores convencionais compartilham certas características básicas. Eles são armazenados em vesículas sinápticas, são liberados quando \text{Ca}^{2+}Ca2+start text, C, a, end text, start superscript, 2, plus, end superscript entram no terminal axonal em resposta à um potencial de ação, e atuam ligando-se a receptores de membrana da célula pós-sináptica.

Diagrama de uma sinapse, mostrando os neurotransmissores armazenados nas vesículas sinápticas no interior do axônio terminal. Em resposta a um potencial de ação, as vesículas se fundem com a membrana pré-sináptica em liberam o neurotransmissor na fenda sináptica.

Imagem adaptada de "The synapse," de OpenStax College, Anatomy & Physiology (CC BY 3.0).

Os neurotransmissores convencionais podem ser divididos em dois grupos principais: as pequenas moléculas neurotransmissoras e os neuropeptídeos.

Pequenas moléculas neurotransmissoras

As pequenas moléculas neurotransmissoras são (não surpreendentemente!) vários tipos de pequenas moléculas orgânicas. Elas incluem:

Estrutura da dopamina

Neuropeptídeos

Os neuropeptídeos são compostos por três ou mais aminoácidos e são maiores que as pequenas moléculas transmissoras. Existem neuropeptídeos muito diferentes. Eles incluem as endorfinas e encefalinas, que inibem a dor; a substância P, que transporta os sinais da dor; e o neuropeptídeo Y, que estimula a fome e pode prevenir convulsões.

Sequência de aminoácidos da encefalina: N-Tyr-Gly-Gly-Phe-Met-C.

Os efeitos do neurotransmissor dependem do seu receptor

Alguns neurotransmissores são considerados "excitatórios," provocando a deflagração de um potencial de ação no neurônio alvo. Outros são considerados "inibitórios," dificultando a deflagração de algum potencial de ação no neurônio alvo. Por exemplo: